Algumas respostas

Desde que este blog existe, eu nunca deixei de receber emails perguntando coisas ao meu respeito e a respeito da ideologia e/ou dos objetivos do a Arte das artes (por mais que eu insista que a ideia do blog é compartilhar, dividir, trocar experiências, e que seria melhor escrever no espaço para comentários, dividindo as questões com todos, muitos preferem mandar emails...).

Muita gente que descobre e se interessa pelo a Arte das artes logo quer saber o que ele ‘defende’; isto é, qual a sua doutrina, se é que tem alguma, em quê o seu autor acredita, quais os seus valores e princípios... Muita gente (muita mesmo...) não se conforma por eu me declarar cristão, quando o conteúdo do blog é tão diversificado, tão universalista. Alguns cristãos já me questionaram por eu falar em hinduísmo, em Buda (inclusive por me referir a Buda ‘com admiração’, se só Jesus é digno de ser admirado), em tradições orientais e mestres diversos. E eu também fui e sou muito questionado por místicos e esotéricos de todo tipo, por falar demais em Jesus e no Cristianismo. Não deixa de ser engraçado, por um lado.

Tinha um rapaz espírita que vinha sempre aqui, diariamente, religiosamente, e deixou muitos bons comentários. Muita gente, lendo isso, talvez lembre dele, mas não vou citar o nome. Ele indicou o blog para amigos dele, que me escreviam também. Começamos até o que parecia que se tornaria uma boa amizade. Até que, um belo dia, ele se ofendeu comigo por eu ter declarado não acreditar em reencarnação(!). Uma das últimas coisas que ele me disse foi que se eu publicasse postagens falando sobre reencarnação, vidas passadas, mediunidade e assuntos afins, este blog teria o dobro de visitas... Mas eu não concordo com isso. Acho que se eu publicasse regularmente postagens falando sobre esses assuntos, incluindo aí o tema desdobramento ou projeção astral, esse blog teria cem vezes mais visitas.

Bom, eu não vou negar que me interesso muito mais pela qualidade das visitas (e consequentemente dos comentários) do que pela quantidade. Prefiro mil vezes os cerca de 700 cliques diários que tenho recebido, - ao que tudo indica, vindos de uma maioria que capta bem a minha proposta por aqui, - do que ser visitado diariamente por 10 ou 20 mil que só vem para destilar 'abobrinhas' e cultivar seus egos inflamados. Vejo muito isso por aí. Por isso estou muitíssimo satisfeito com os frutos que o a Arte das artes gerou no decorrer desses 3 anos. – Falar nisso, o blog completou três anos antes de ontem (09/05), então este pode ser considerado um post comemorativo ou coisa que o valha.

E eu ainda pretendo falar muito desses assuntos todos (reencarnação, vidas passadas, projeção astral), sim, com absoluta certeza. Sei que muita gente espera ansiosa por isso. Acontece que estou abordando as religiões do mundo numa espécie de enciclopédia do a Arte das artes, e comecei a fazer isso do começo, isto é, tenho tentado seguir a cronologia histórica. Então, quando chegar o momento, nada ficará de fora.

Bem, mas toda essa introdução foi somente para falar do interesse das pessoas que chegam até aqui em entender muitos porquês. E na realidade, eu sempre achei esses questionamentos muito válidos. Como alguém poderia chegar a um lugar como este, começar a ler coisas sobre questões fundamentais da vida e não questionar essas afirmações, quem as está fazendo, com que base?

Quem sou eu? Em que acredito? Por que escrevo este blog? Qual a minha religião? O blog segue alguma religião? Deveria? Por que? Por que? Por que? Cansei de responder a essas perguntas (sempre as mesmas, ou muito parecidas) individualmente. A partir de hoje vou iniciar uma nova série de posts para esclarecer exatamente essas questões recorrentes, essenciais pra tanta gente.

Fiz uma breve avaliação e percebi que um dos maiores interesses dos meus visitantes poderia ser resumido nessa sequência de perguntas, todas interligadas, como se percebe, e que tratam do mesmo assunto. Vamos ao post...




Qual é a religião do a Arte das artes? Em quê, exatamente, você crê? Em que Deus você crê? Por que é que mesmo se declarando cristão você tem posturas que não são compatíveis com a de um cristão? Se você encontrou sua religião, porque continua falando em 'busca'? Você já não achou o que procurava? Como alguém que escreve um blog sobre busca espiritual e fala de todas as religiões pode ter uma só religião? Isso não é incoerente?


Principalmente depois da conclusão da primeira fase deste blog eu tive que responder perguntas desse tipo várias e várias vezes.

Pra começar, eu gostaria de tentar desmistificar, de uma vez por todas, essa ideia que muita gente tem, - equivocada, - de que por estar exercendo a sua espiritualidade dentro de uma determinada tradição, como membro de uma comunidade religiosa, você perde a noção do Todo, do global. Nada mais distante da verdade. Na minha vida não foi assim, não é assim e, pra ser honesto, acho que isso só vai acontecer se você escolher uma religião que ensine falsos princípios. No meu caso, a religião serviu para abrir meus olhos, ampliar horizontes e derrubar de vez todos os limites que antes eu mesmo me impunha! Por isso, para mim, não existe prova maior de que eu escolhi o caminho certo. Aliás, antes de qualquer outra coisa, importa dizer que, - como tentei explicar antes, - eu não escolhi nenhuma religião, absolutamente. Eu é que fui escolhido.

Comecei falando essas coisas porque acho que aí já se encerra uma parte das respostas. Mas vamos com calma. Vou deixar as respostas a todas as perguntas aí acima, registradas em forma de post. Então, se alguém perguntar essas coisas de novo, vou poder dizer: "vai lá e lê"...


'Qual é a religião do a Arte das artes?'

Nenhuma. O a Arte das artes é um blog que nasceu para ser uma ferramenta útil na busca pela Verdade, para todas as pessoas realmente dispostas a encontrar as respostas dentro de si mesmas. Eu acredito (sei) que nenhuma religião é proprietária exclusiva da Verdade. A Verdade está em todo lugar, disponível a todos, o tempo todo.

Vivemos num país de esmagadora maioria cristã (89% segundo o IBGE). Muita gente por aqui está habituada a pensar e agir como se simplesmente não existissem outras formas legítimas de culto religioso. Pior: de algumas décadas pra cá, vem crescendo um conflito insano entre igrejas cristãs, principalmente católica e as novas denominações evangélicas. Baseado nessa triste realidade, em nome deste blog, eu formulei um pequeno e muito simples exercício de reflexão:

Algum fundamentalista convicto, por favor, me explique: se o Cristianismo (qualquer versão) fosse a única expressão da Verdade, a única religião verdadeira, e se Jesus Cristo fosse o único e exclusivo Salvador, o único Caminho para o Pai... Por favor me diga o que foi feito, por exemplo, de todos os milhões e milhões de membros das tantas nações indígenas, indivíduos que nasceram, viveram e morreram sem nunca ter ouvido falar na Bíblia cristã? Foram todos mandados para o inferno, sem escalas? E os bilhões de chineses de até poucas décadas atrás, que nasceram e foram criados numa sociedade não cristã e morreram sem jamais conhecer os Evangelhos? Condenados sem piedade? E quanto às crianças de certos povos árabes, vindas ao mundo no seio de famílias profundamente anti-cristãs, criadas numa sociedade que lhes ensina, durante toda a sua existência, que o Cristianismo é uma religião blasfema e condenável? Elas, que não tiveram uma chance de conhecer o outro lado da história, educadas segundo um prisma diferente, serão condenadas por um Deus vingativo a arder eternamente em chamas que nunca se extinguem? Isso seria justo? Você, cristão fundamentalista, pode realmente crer nisso? Você acha que a mensagem do nosso Cristo combina com esse tipo de crença?

A Verdade não pode ser limitada nem está sujeita às determinações dos homens. Deus se manifesta sob muitas formas, e existem lugares onde a Bíblia é proibida... Deus nos fala através do Universo, da percepção, da consciência, da vida, da Natureza, dos sonhos, dos sinais e milagres, etc... Não existe limitação para a Verdade. Por isso, este blog não prega nenhuma religião e nenhuma forma de culto específica. Óbvio que isso vale para toda e qualquer religião. No máximo, pelo fato de eu, o autor, ser um cristão, e por vivermos num país de grande maioria cristã, às vezes acabo usando, inadvertidamente, uma linguagem supostamente 'cristã'.


'Em quê, exatamente, você crê? Em que Deus você crê?'

Honestamente, acho que 'eu' não sou a coisa mais importante por aqui. Tudo que já falei ao meu respeito, neste espaço, foi no sentido de, no começo, mostrar quem sou e porque mantenho este blog, e, depois, na esperança de que as minhas experiências pessoais pudessem ser úteis a mais alguém. Mesmo assim compreendo o interesse. Quando leio um livro, quero saber quem é o autor, até para saber se é ou não confiável. Afinal, eu posso ser mais um hábil manipulador de mentes usando a web para tentar convencer o maior número possível de leitores a aceitarem as minhas próprias verdades...

Bem, eu estou certo de que o Deus que eu vejo não é o mesmo Deus que qualquer outra pessoa vê. Deus é Um, mas eu tenho aprendido que ele se revela a cada um daqueles que o buscam segundo as suas capacidades. - Isso não quer dizer que Deus se manifeste sob formas que levem alguém ao engano ou que fortaleçam crenças errôneas. - Cada mente é uma percepção diferente da realidade, e o aprendizado não pode acontecer igualmente para todos. Mas em casos especiais, quando a consciência é subitamente expandida, a noite vira dia de um momento para o outro, e alguém se torna capaz de entender algo de que antes nem desconfiava, coisas de que apenas ouvia falar, sem compreender. Esse é o momento do renascimento espiritual, quando os paradoxos pessoais são superados, transcendidos e, afinal, descartados.



Mas eu não estou dizendo que o homem possa, de repente, se tornar um super-ser, um Deus caminhando sobre a Terra. Ter uma iluminação e transcender a ilusão das crenças limitadoras é como um salto na escalada da Grande Montanha. Você vinha escalando aquela Montanha passo a passo, metro a metro, e de súbito sente que avançou muitos quilômetros para cima, de uma só vez, sem esforço.

Você estava subindo devagar, olhava para o alto e só via rocha e nuvens brancas acima. De repente, sem esforço, você se vê escalando acima das nuvens! Então olha em volta e vê que tudo está diferente, mais claro, mais bonito. Sua visão agora é melhor, tudo é mais agradável, mais fácil. Você se sente revigorado, cheio de uma nova energia, enquanto uma paz infinita toma conta de tudo. É uma experiência maravilhosa, e você percebe que foi realmente agraciado. Mas então você olha pra cima e vê que ainda tem muita montanha pra subir! Assim é a vida do buscador, ao menos assim foi a Verdade que eu conheci até aqui. A experiência humana é justamente a busca pelo crescimento, pela evolução, o esforço na escalada e o aprendizado que alcançamos ao longo desse processo.

Acredito numa outra fase da existência humana, que virá num outro tempo, numa outra dimensão, uma realidade muito mais elevada do que esta, que nos está destinada. Não digo que não possamos caminhar na Luz hoje, agora, . Não digo que devemos esperar a chegada de um tempo futuro, quando todos os problemas se resolverão por si mesmos, e que em nossa condição atual tudo que nos resta é a resignação com a dor e o sofrimento. Não! Eu digo que aquele que vive e se move em Deus já vive no Paraíso aqui, agora. Se não fosse assim nada faria sentido. Mas percebo que a Consumação final, a Sublimação definitiva da experiência humana não se dará neste lugar e nem neste corpo físico limitado.

Falo essas coisas porque conheci inúmeros mestres, sábios e gurus ao longo da minha vida; e nenhum deles, jamais, demonstrou possuir sabedoria maior, ter ascendido a uma condição espiritual mais elevada, nem achei que se tratasse de um ser humano espiritualmente superior a mim mesmo, em nada. - E eu sou um buscador bem limitado. - O que estou tentanto dizer (que fique bem claro, antes que me chamem de soberbo) não é que sou tão bom que nunca encontrei ninguém melhor do que eu mesmo. O que estou dizendo é o exato oposto disso: eu, que não sou melhor nem mais iluminado do que ninguém, jamais conheci alguém que sinceramente pudesse considerar mais iluminado do que eu próprio, ou do que qualquer buscador da Verdade dedicado. Em outras palavras, todos temos virtudes e vícios, acertamos e erramos, temos nossos pontos fortes e fracos. A verdade é que todos os supostos mestres que eu conheci, e não foram poucos, quando confrontados, perdiam muito rápido a sua aparente serenidade 'iluminada'. Não sei se estou sendo claro, mas acho muito contraditório um ser divino, liberto das ilusões deste mundo, se irritar por ser contrariado. Se ele se alterou, se irritou, se moveu ou perdeu a calma por ter o seu status de 'iluminado' ameaçado, é óbvio que não se encontra realmente nessa alegada condição espiritual superior.

Um 'iluminado' muito especial que conheci, cujo nome prefiro não citar porque ainda o considero um amigo, afirmava ter alcançado o Nirbikalpa Samadhi, a mais elevada forma de despertar da consciência, o fim de todos os desejos e apegos limitantes, a vitória completa sobre as ilusões do mundo dos fenômenos. Nirbikalpa Samadhi é o alcance do discernimento final e definitivo. Esse homem tinha até um número relativamente grande de seguidores (que entre outras coisas bancavam suas viagens internacionais). Ele dizia que vivia em íntima e permanente conexão com Deus e o Universo, e que por isso não podia mais ser afetado por absolutamente nada de negativo deste mundo. - Mas ele era um diabético crônico e precisava tomar insulina regularmente! - Não sei, mas se você flutua acima do bem e do mal, intocado pelos males deste mundo, seria de se esperar que não sofresse com uma doença desse tipo, muito menos que precisasse de drogas químicas para viver bem. Como ele explicava isso? Simples. Dizia que não se curava de propósito, pois se encontrava num estado de tamanho desapego que a doença era a sua única linha de conexão com o mundo físico... Curioso, mas Buda não precisou viver doente para se manter conectado ao mundo, Jesus também não precisou disso... Então ele devia ser maior do que Buda e Jesus, pois era tão santo e puro, tão desapegado, que, se não fosse pela doença, subiria direto para uma esfera de existência mais elevada! Era isso mesmo que ele queria dizer? Isso eu nunca soube, porque ele ficou muito irritado quando eu perguntei e mudou de assunto tão rápido que me deixou tonto... Alguém que atingiu a iluminação definitiva se irrita com um questionamento sincero?

Só entrei nesse papo e me lembrei desse caso porque vi a chance de explicar porque, como já sabem, eu sempre desconfio, e muito, dos que dizem já ter alcançado a iluminação final, que vivem numa realidade onde nada de ruim pode molestá-los e etc. Aprendi que a experiência humana passa, necessariamente, por dificuldades. Elas são essenciais no processo da nossa existência nesta realidade. Isso quer dizer que não existam iluminados autênticos? Não sei. Eu li uma vez uma declaração de Tenzin Gyatso, o atual Dalai Lama (na obra A Policy of Kindness, Snow Lion Publications, 1990), afirmando que, apesar de muitos o considerarem uma encarnação de plena sabedoria, ele mesmo não acreditava nisso, e que não se sentia sábio o tempo todo. E não foi uma demonstração de humildade, ele realmente aprofundou o tema e falou que tinha dúvidas e limitações como qualquer pessoa comum... Isso faz pensar, porque ele é uma unanimidade entre os que crêem que é possível atingir uma condição espiritual perfeita e acabada já nesta experiência terrena. Ele é frequentemente citado como exemplo, mas ele mesmo não crê nisso!

Para ser bem honesto, as pessoas mais sábias e iluminadas que eu conheci, em toda a minha vida, foram aquelas que abriram mão das posses materiais para se dedicar, amorosamente, ao serviço de assistência ao próximo. Eu conheci algumas pessoas assim, como sabem. Oh, sim, esses são verdadeiros sábios, iluminados, santos. São gurus pelo próprio exemplo, pela postura, pela maneira como falam, como agem, como se movem. De vez em quando soltam uma palavra despretenciosa, sem nenhum alarde, quando menos se espera, e essa palavra é sempre tão poderosa, tão marcante, tão repleta de pura e singela sabedoria, que é capaz de mudar uma vida inteira de uma hora para outra. Já vi acontecer, e posso dizer que estes, estes sim, são seres de luz caminhando sobre a Terra. Eles quase não falam, não fazem discursos, não escrevem livros nem têm seguidores. Mas as suas palavras são incrivelmente impregnadas de sabedoria, e estar ao seu lado é sentir a presença de Deus.

Voltando à pergunta, objetivamente: como eu contei na primeira fase deste blog, a minha busca pessoal me levou ao Cristianismo, e dentro do Cristianismo encontrei o meu caminho dentro do catolicismo. Voltei à religião dos meus pais, ao 'lugar' onde toda a minha história começou, na minha mais tenra idade, numa procissão de Sexta-feira Santa. Exercer a minha espiritualidade e vivenciar a minha experiência de Deus dentro de uma comunidade muito antiga, praticar a minha religiosidade em acordo com uma forma religiosa milenar, me fez muitíssimo bem. Eu vivi experiências inefáveis antes, mas depois desse encontro o meu 'grau de intimidade' com Deus foi colossalmente expandido. As minhas antigas intuições se tornaram certezas. Foi e tem sido bom para mim, me ajudou e tem ajudado aos que convivem comigo. Se eu recomendo a minha religião? Somente aos que querem conhecer. Aí eu digo, apenas, que experimentem. Conheci e conheço muita gente que não tem preconceito com absolutamente nada, acha tudo bom, válido, se entrega sem medo às mais variadas experiências místicas, esotéricas, vai conhecer todo tipo de nova seita que surge, mas rapidamente torce o nariz quando falo da minha religião. Nesse ponto exato acaba a grande tolerância, e a mente aberta se fecha.

Algo que me chamou a atenção foi que, justamente aqueles que sempre defenderam a ideia de que religião não importa, que todas são válidas, todas dizem a mesma coisa e levam ao mesmo lugar, etc, etc... Foram exatamente esses os que mais me contestaram e alguns até se mostraram indignados quando eu revelei que estava praticando uma religião. Ficou muito claro para mim que, para essas pessoas, todas as religiões são válidas, menos uma. Contraditoriamente, essa reação soou como um claro sinal de que eu estava no verdadeiro caminho de Cristo: "O Caminho é estreito, e são poucos os que o encontram" (Mateus 7,14). Se eu pretendia seguir Jesus, era óbvio que precisava firmar posição. E foi o que fiz. O detalhe que faz toda a diferença (e que é difícil de entender pra muita gente) é que, como disse no começo, praticar uma religião não me limita, absolutamente. A verdade, ao menos no meu caso, foi o extremo oposto disso: libertação. Mas esse tipo de reação comum me diz muita coisa. Especialmente porque, antes, era exatamente assim que eu também pensava.

Para finalizar, preciso dizer que as respostas para essas perguntas não são definitivas. Não foram definitivas antes, não são agora e não creio que um dia venham a ser. A Verdade é a mesma ontem, hoje e sempre, mas a nossa capacidade de entendê-la se aprimora com o passar do tempo.



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