O Universo Holográfico(?)

Como presente de final de semana, o Arte das artes traz um filminho, com o intuito de deixar cada um de vocês um pouquinho mais... louco, pirado, maluquinho de pedra! Se ainda não falei, eu amo a loucura!..

Mas antes, acho que seria interessante ler estes pequenos avisos:

1) A tradução das legendas para o português está bem falha em alguns pontos (e eu não estou com tempo para fazer outra tradução melhor), mas não é nada que comprometa o sentido do texto, então isso não chega a estragar a reflexão;

2) Acho que devo adiantar pra vocês que este filme é uma produção islâmica. - Por isso não se espantem quando, no final, o narrador começar a definir a "Inteligência Suprema", o "Senhor do Céu e da Tera", o "Ser Glorioso", etc... como "Alah". E também não se surpreendam quando ele começar a falar no "Anjo da Morte" e citar outras percepções religiosas tipicamente muçulmanas. - No fim, é um vídeo de propaganda religiosa, então cada um saiba julgar conforme o seu discernimento e sua consciência. Mas, mesmo assim, as reflexões a respeito de ilusão e realidade que o filme provoca são válidas, a meu ver;

3) As afirmativas do filme não representam necessariamente a linha de pensamento do Arte das artes, em nenhum sentido (embora alguns pontos possam estar em sintonia com aquilo que eu penso... ou não);

4) Eu tomei conhecimento do filme através da nossa amiga "Fiat Lux". - Portanto, quem gostar, agradeça a ela, e quem odiar ou sentir que perde seu precioso tempo, atirem ovos e tomates nela, e não em mim (=P)...


Era isso. Vão até a cozinha, preparem um bom balde de pipoca, abram uma Coca-cola bem gelada (Aqui eu faço merchand, sim! Esse é o melhor refri do planeta! Só porque sou brasileiro não sou obrigado beber Dolly, oras...), e um bom filme pra todo mundo! O valor do ingresso? Me escrevam que eu mando o número da conta bancária... Bom final de semana!


O Universo Holográfico - I




O Universo Holográfico - II




O Universo Holográfico - III




O Universo Holográfico - IV




O Universo Holográfico - V




O Universo Holográfico - Final




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Mente e matéria, ciência e espiritualidade...


É verdade que a mente domina a matéria, como demonstra a experiência de dupla fenda, ou isso é uma experiência delirante, feita por gente descontente com a realidade, esquizofrênicos que consideram a vida aborrecedora a ponto de ser preciso inventar propriedades fantásticas da física, numa tentativa de mudar esse nosso mundo tão sólido e chato?

Bom, podemos começar a pensar sobre isso considerando que nós realmente sabemos que a matéria afeta a mente; eis aí um fato científico incontestável. Duvida? Aqui vai uma experiência bem simples, passo a passo, para ser praticada em casa:

#1) Observe o seu estado mental;

#2) Encontre uma corda e um piano enorme, e dê um jeito de pendurar o piano a uns 10 cm de altura, sobre o seu pé;

#3) Corte a corda que segura o piano, sem tirar o pé de baixo;

#4) Pronto! Agora observe o seu estado mental novamente.

E então? O seu estado mental foi alterado pela matéria, ou não? Arrisco dizer que, a menos que você seja o Pernalonga, o Patolino ou o Coiote do Bip-Bip, o seu estado mental terá se alterado SIGNIFICATIVAMENTE...

Isso é uma brincadeira, óbvio (espero que ninguém tenha ido correndo fazer a experiência antes de chegar nesse ponto da leitura), mas serve para confirmar o que já deveríamos saber de cor: a matéria é sólida e substancial, enquanto a mente é efêmera e imaterial, mas a primeira pode indubitavelmente interferir no estado da segunda. Certo? Mas, e a contrapartida, seria igualmente válida?


O método científico

O exercício anterior foi uma brincadeira de experimento, mas ele representa o próprio sustentáculo da ciência acadêmica atual. - O método científico. - Explica o médico psiquiatra e pesquisador Dr. Jeffrey Satinover:

"O método científico é o mais objetivo dos métodos humanos de investigação. Ele é absoluto, não está vinculado a qualquer cultura e nem ao gênero: é uma ferramenta absolutamente poderosa para a investigação da realidade, nas mãos de quem estiver disposto a utilizá-la corretamente."


Difícil? Vamos colocar tudo em termos bem simples: o método científico é o seguinte:

#1) Pegue uma teoria;

#2) Imagine um experimento que possa testá-la, acima de qualquer dúvida;

#3) Execute o experimento.

Se a teoria for confirmada, palmas pra você. Agora procure outra teoria e comece tudo de novo. Basicamente, é isso.

E vamos ser honestos: em nossa época, no fundo esperamos sempre que a ciência seja a primeira a nos dar todas as respostas sobre a realidade. E o domínio da mente sobre a matéria é um tópico controvertido da ciência moderna. Quer um outro experimento? Pergunte a dez pessoas se elas gostariam de saber da existência de algum respaldo científico para o conceito do poder da mente sobre a matéria. - Afinal, se o domínio da mente sobre a matéria for mesmo uma realidade científica, você só está gordinho(a) porque acredita que está, só pra dar um exemplo prático da coisa. - E o fato de a maioria das pessoas aceitarem a realidade em que vivemos, do jeito que ela está, torna tudo infinitamente mais difícil. Então, a pergunta que fica é: será que precisamos mesmo esperar que um homem de jaleco branco venha nos dizer se isso é real ou não?


Lançando o desafio

Tudo que eu falei até aqui tem a ver com os paradigmas da resistência natural dos seres humanos às mudanças, quaisquer que sejam elas (mesmo se forem pra melhor!). - Quanto à ciência, é um trabalho necessário, sem nenhuma dúvida, mas que é feito por pessoas comuns como eu ou você. Numa de suas conferências, o brilhante físico Dr. John Hagelin, PhD, advertiu:

"Não cometam o erro de pensar que os cientistas são científicos"...


Boa, essa. Sempre achei que para ser gênio precisa ter senso de humor. Esclarecendo: em questões como o domíno da mente sobre a matéria, pesquisa psíquica, OVNIs e/ou de atividades paranormais, entre outras, o preconceito reina, absoluto, na comunidade científica. É que a maioria dos cientistas entende essas questões como afrontas à própria metodologia que eles adotam.

E por quê isso é importante? Porque praticamente tudo o que ocorre em nosso mundo está baseado na nossa compreensão científica atual. E a história da ciência nos diz uma grande verdade: quando ela se envolve em alguma questão, sua marcha é no sentido de descartar todas as teorias e conjecuturas que contrariem o que pensa a maioria e se ater àquelas que concordem com os resultados experimentais obtidos até o momento. Foi assim com a existência de planetas alám da nossa galáxia, por exemplo, até há poucos anos.

Outro cientista brilhante, o Dr. Dean Radin, PhD, há muitos anos realiza experiências no Instituto de Ciências Noéticas e batalha para fazer a ciência reconhecer as evidências sobre fenômenos psíquicos e místicos; - essencialmente, o domínio da mente sobre a matéria. Ele diz:

"Tenho a tendência a esgotar as provas sobre esses temas. Elas são mais sólidas do que pensamos. Trato-as como trataria qualquer preconceito, seja ele racial, de gênero ou qualquer outro: você tem que assumir uma postura afirmativa.

Portanto, adoto uma postura agressiva exatamente como faço com a ação afirmativa e digo que, se existe algo a examinar, que seja examinado. Quando você começa realmente a prestar atenção nessas provas, você percebe que tudo o que examina para buscar comprovação é filtrado pela sua teoria. Portanto, se a sua teoria afirma que aquilo não pode existir, então você não está examinando adequadamente as provas."



Tenho a dizer que qualquer semelhança entre essas questões do mundo da ciência e as questões espirituais não são mera coincidência...


"Existe todo um domínio da física chamado 'Setor Oculto', que nos é dado pela Teoria das Supercordas. Ele é um mundo em si mesmo; ele permeia este espaço, nós andamos através dele. Em princípio, podemos até vê-lo de forma difusa. Isso provavelmente é o que chamamos de 'mente'. Provavelmente existem corpos-pensamento e pensamentos que vivem como as criaturas físicas"

Dr. John Hagelin, PhD


"Sempre duvidei desse negócio de 'só pode mudar a própria percepção, não se pode mudar o mundo físico'. Lembro que um pouco antes de entrar na puberdade gritei pra mim mesmo em frente ao espelho, provavelmente porque o meu cabelo não ficou como eu queria. Alguns segundos depois, olhando minha imagem com forte aversão, o espelho se estilhaçou. Foi como se os pedaços se jogassem! Eu me lembro de ter ficado lá, de pé, nem estado de choque total. Era visível que minha raiva causara aquilo.

Mais tarde, descartei as vibrações sonoras, as anomalias climáticas e a probabilidade de uma falha estrutural do espelho ter coincidido com a minha manifestação de raiva. Só me resta a constatação retumbante de que minha mente e minhas emoções fizeram aquilo.

Muitas crianças fazem coisas assim até a puberdade, quando perdem essa habilidade. Será que a mudança de foco as impede de continuar fazendo essas coisas? Será que essa habilidade se relaciona mais com um estado especial do que com uma lei sobra a realidade física? Talvez a razão de poucos adultos poderem fazer isso seja a ignorância de como alcançar aquele estado especial. Mas... e se pudéssemos alcançá-lo novamente? Do que seríamos capazes?"


Mark Vicente, co-autor do livro "Quem Somos Nós"


He Tieheng, mestre em Quigong, frita peixe apenas com seu poder mental :o~


Quando eu era criança, com mais ou menos uns sete anos de idade, lembro-me de entrar na cozinha da minha casa e ver uma abelha enorme pousada na parede. Eu já tinha sido ferroado uma vez por uma daquelas e doeu muito, por isso fiquei apavorado com a possibilidade de a abelha voar para cima de mim, e apontei o meu revólver de plástico amarelo na direção dela. Focalizando todo o meu medo e a minha raiva, apertei o gatilho. Imediatamente, a abelha caiu morta no chão! Isso aconteceu na presença do meu irmão e da minha mãe, e os dois ficaram embasbacados, principalmente meu irmão, que até examinou o meu revolvinho e o "corpo" da abelha, cuidadosamente, incapaz de acreditar no que seus olhos tinham acabado de ver... Quanto a mim, eu apenas sorri e me senti poderoso. Afinal, eu só tinha sete anos.

Depois de um tempo, quando eu cresci, me lembrando desse episódio, passei a considerar que aquela abelha já deveria estar morta, presa à parede, e que o disparo do meu revólver de briquedo fez um ruído que causou um deslocamento de ar e fez o inseto cair... Comecei a pensar assim depois dos meus dezesseis, dezessete anos. - Afinal, agora era muito difícil acreditar nos meus poderes mágicos... Mas, bem, já foi dito que dos que são como crianças é que é o Reino dos Céus.



Fonte:
Livro "Quem somos nós?", 2005 - William Arntz, Betsy Chasse e Mark Vicente (Prestígio Editorial)




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Que sabemos nós?


Gostou do post anterior? Achou interessante? Eu achei. A idéia de que um dia poderemos unir definitivamente o estudo daquilo que chamamos "ciência" ao estudo do que chamamos "espiritualidade", numa só esfera de conhecimento, me encanta. Na minha opinião, esses dois pólos de pesquisa nunca deveriam ter sido separados, simplesmente porque ambos são vitais à vida humana, cada qual ao seu modo. Sim, eu sei que essa união ainda é utopia, mas eu sempre tive uma grande vocação para sonhador.

A verdade é que eu só entrei nesse assunto e publiquei aquela postagem por aqui para iniciar um exercício reflexivo com os leitores do Arte das artes; e o objetivo desse exercício é praticar a nossa consciência de que, em termos de espiritualidade, ao menos cientificamente, quase nada sabemos. Ainda.

Nesse nebuloso terreno, para quase tudo que pensamos descobrir e comprovar com base científica, através de experimentação empírica, algum tempo depois sempre surge algum outro experimento que derruba essa primeira tese e revela um outro lado da moeda. - E isso, ao menos para mim, só torna o Grande Mistério ainda mais fascinante...

Acontece que um outro estudo científico, feito com freiras há apenas dois anos, na Universidade de Montreal, Canadá, coloca em dúvida a existência do "Ponto Deus" no cérebro humano...

Pesquisas envolvendo atividade cerebral e espiritualidade foram muito populares, em especial, nos anos 1990. Foi exatamente nesse período que alguns estudiosos sugeriram pela primeira vez a existência dessa região no cérebro dedicada a manter comunicação com a Divindade, que denominaram "Ponto Deus". Agora, um outro trabalho de pesquisa, encabeçado pelo Dr. Mario Beauregard, apesar de não descartar, reduz a credibilidade dessas conclusões.

O novo estudo da Universidade de Montreal conclui que não existe um único "Ponto Deus" no cérebro humano, porque demonstra que pelo menos uma dezena de diferentes regiões do cérebro é ativada durante a experiência mística. Em outras palavras, descobriu-se que as experiências místicas são mediadas por diversas regiões cerebrais e sistemas normalmente implicados em um grande número de funções (consciência de si mesmo, emoção, representação do corpo...). - O trabalho foi publicado na "Neuroscience Letters".

"O principal objetivo (da experiência) foi identificar os correlatos neurais da experiência mística", declarou Beauregard. "Isso não diminui o valor das experiências anteriores, nem confirma ou desconfirma a existência de Deus".

Pode não confirmar a existência de Deus, mas confirma, empírica e inquestionavelmente (já é um bom começo!) a existência da experiência mística como fenômeno real, e implica a conexão com realidades extrafísicas desconhecidas. O procedimento envolveu quinze irmãs carmelitas, com idades variando entre 23 e 64 anos, que foram submetidas à ressonância magnética funcional do cérebro enquanto tentavam reviver uma experiência mística transcendente. A idéia inicial era realizar a medição enquanto a experiência estivesse acontecendo, mas isso se mostrou complicado...

"Fui forçado a fazer desse jeito porque as freiras não conseguiam 'convocar Deus' à vontade", explicou o Dr. Beauregard, acrescentando que o processo é validado por estudos com atores que mostraram que induzir um certo estado emocional ativa as mesmas regiões do cérebro que realmente viver a emoção.

O estudo demonstrou que pelo menos dez diferentes regiões do cérebro é ativada durante a experiência mística, além da célebre região dos lobos temporais denominada ‘Ponto Deus’.

E o Mistério só aumenta. Isso me lembra uma frase que me foi dita por um místico cujo nome realmente não me lembro:

"A espiritualidade é como uma montanha, que quanto mais subimos, mais distante se torna o pico. Mas o prêmio, o prazer e o aprendizado, não estão no fim da escalada, e sim na escalada em si."


"O Êxtase de Santa Teresa de Ávila" - Gian Lorenzo Bernini


Resumo da ópera. - Agora, se você está pensando: "Afinal de contas, do que importa saber se há ou não um ponto específico em nossos cérebros através do qual nos conectamos com a Divindade?"... Parabéns pela percepção. - Eu respondo: nada! Na prática, realmente não importa absolutamente nada saber isso. - O que realmente importa é entender que a conexão existe. E que para se conectar "A" ao "B", antes de qualquer coisa é preciso considerar que exista o "A" e exista o "B": se a conexão existe, tem que haver o conector e o conectado. Esse é o meu ponto de interesse nesses assuntos, e é por isso que essas pesquisas podem ser úteis aos que buscam aprender a Arte das artes.



Fonte:
Agência Estado



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O "Ponto Deus"


A espiritualidade pertence ao gênero humano. As religiões parecem ser expressões do nosso ‘Ponto Deus‘, que se localiza em nossos cérebros. Já andei falando sobre esse assunto aqui no blog, mas faltava uma aprofundação. Então, aí vai...

Uma frente avançada das ciências, hoje, é constituída pelo estudo do cérebro e de suas múltiplas inteligências. Com esses estudos, alcançaram-se resultados relevantes também para a espiritualidade. Pesquisadores exponenciais e experts em neurociência enfatizam três tipos de inteligência:

#1 - A Inteligência Intelectual, o famoso QI (Quociente de Inteligência), que representa a capacidade analítica pela qual elaboramos conceitos e fazemos ciência. Com ela organizamos o mundo e solucionamos problemas objetivos. A esse tipo de inteligência se atribuiu a maior importância em todo o século XX, mas ela vem perdendo status entre os especialistas nos últimos tempos: do que adianta o sujeito saber resolver uma série de testes matemáticos em poucos minutos se ele não souber se relacionar com os seus semelhantes ou se não conseguir se expressar emocionalmente, por exemplo?

#2 - A chamada Inteligência Emocional, popularizada especialmente pelo psicólogo e neurocientista de Harvard, David Goleman, com seu conhecido livro "A Inteligência Emocional" - QE = Quociente Emocional. - Empiricamente, Goleman demostrou aquilo que já era a convicção de toda uma tradição de pensadores, desde Platão, passando por Santo Agostinho e culminando em Freud: a estrutura de base do ser humano não é razão (logos) mas a emoção (pathos). - Demorou pros homens de avental branco se tocarem...

Somos, primariamente, seres de paixão, empatia e compaixão, e só depois, de razão. Quando combinamos QI com QE, aí sim conseguimos nos mobilizar a nós e aos outros.

# 3 - Mas há um terceiro tipo de inteligência, que muito interessa aos frequentadores deste espaço: a terceira é a Inteligência Espiritual.

A prova empírica de sua existência deriva de pesquisas mais recentes, dos últimos 10 anos, mas também feitas por neurólogos, neuropsicólogos, neurolingüistas e técnicos em magnetoencefalografia (que estudam os campos magnéticos e elétricos do cérebro). - Segundo esses cientistas, existe em nós, cientificamente verificável, um outro tipo de inteligência, pela qual não só captamos fatos, idéias e emoções, mas percebemos os contextos maiores de nossas vidas, totalidades significativas, e nos faz sentir inseridos no Todo.

Essa é a inteligência que nos torna sensíveis aos valores éticos e morais, às questões ligadas a Deus e à transcendência. Passou a ser designada Inteligência Espiritual - QEs = Quociente espiritual - porque é próprio do que chamamos espiritualidade captar as totalidades e se orientar por visões transcendentais.

Mas essa inteligência é mesmo reconhecida científicamente? Sim, hoje já se pode afirmar isso, embora não haja consenso entre os homens de avental, assim como não existe consenso entre eles sobre praticamente nada. A base empírica da Inteligência Espiritual reside na biologia dos nossos neurônios. Verificou-se cientificamente que a experiência unificadora se origina de oscilações neurais a 40 herz, especialmente localizada nos lobos temporais. Desencadeia-se no cérebro humano (e apenas no cérebro humano), quando submetido artificialmente a esse nível de excitação neural, uma experiência de exaltação fora do normal e de uma intensa e arrebatadora alegria, como se estivéssemos diante de uma Presença viva.




O mais interessante é que, inversamente, sempre que se abordam temas religiosos, especialmente à concepção de Deus ou dos valores que concernem o sentido profundo das coisas, - não superficialmente mas num envolvimento sincero, - produz-se igual excitação de 40 herz. Apesar de essas descobertas serem relativamente recentes, tudo isso já foi medido e comprovado em laboratório e está registrado em publicações científicas.

Por essa razão, neurobiólogos como Persinger, Ramachandran e a física quântica Danah Zohar batizaram essa região dos lobos temporais de ‘Ponto Deus’.

Se assim é, podemos dizer, em termos do nosso processo evolucionário, que o Universo e a vida evoluiram, em bilhões de anos, até produzir no cérebro humano o instrumento que o capacita a perceber a Presença de Deus, que sempre esteve lá embora não percebível conscientemente! A existência desse ‘Ponto Deus’ representa uma vantagem evolutiva de nossa espécie homo que não se observa em nenhuma outra! Respondendo à antiga pergunta: Você é um macaco ou um parente dele? Não! Somos mesmo especiais, em todos os sentidos, e não há como se ignorar este fato concreto e científico.

A percepção do Divino constitui uma referência de sentido para a nossa vida. A espiritualidade pertence ao ser humano como "espécie" e não é monopólio das religiões. Antes, as religiões são uma expressão do ‘Ponto Deus’.

Parabéns, você, ser humano que leu até aqui. E namastê! O que há de divino em mim saúda o que há de divino em você!



Fontes e bibliografia:

Live Science ;
Site
Mondo Estudo;
Drª Sabrina Fonseca;
Dr. Walter Valdevino;
Contém trechos de matéria de Jota Mossad para o Jornal
Terra - JB Online.



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Quem é o meu próximo?


Os nossos semelhantes são mesmo nossos próximos, e esses próximos estão muito, mas muito mais próximos do que normalmente imaginamos... Sim, existem apenas seis graus de separação entre todos os seres humanos; - isto é, não há mais do que meia dúzia de pessoas ou de grupos de pessoas entre você, eu e qualquer outro indivíduo do mundo! - Provavelmente você já ouviu falar dessa célebre teoria do cientista Stanley Milgram, mas talvez não saiba que ela já foi empiricamente confirmada através de uma experiência feita por uma equipe de pesquisadores da Columbia University em 2003, dirigida pelo sociólogo matemático Duncan Watts e divulgada pela revista Science.

A experiência sobre os famosos seis graus de separação foi feita através da internet e envolveu mais de 61 mil usuários de 166 países diferentes. Internautas foram convidados a encontrar um entre 18 indivíduos completamente desconhecidos, usando suas conexões online, e ficou demonstrado que, em média, apenas entre cinco e sete etapas foram necessárias para realizar a tarefa, apenas com a ajuda de amigos e conhecidos.

Os resultados ilustram de que maneira as redes sociais operam e como efetivamente se globalizaram: "As conclusões podem ajudar a nos esclarecer quanto a epidemias, modas culturais, comportamento dos mercados de ações e organizações que sobrevivem a mudanças. Esse conceito de um mundo pequeno ('Small World') pode explicar toda espécie de conexão", afirmou o Dr. Duncan. "Dois homens, um na Croácia e um na Indonésia, foram os mais difíceis de localizar, enquanto um professor da Cornell University atraiu o maior número de conexões. Você poderia pensar que se trata de um cara especial, mas eu o conheço muito bem: é um sujeito comum; não viaja tanto. Havia outras pessoas participando que nós achávamos que seriam mais conectadas que ele", afirmou ainda.

Os participantes foram convidados a contatar uma de 18 pessoas, entre as quais um inspetor de arquivos na Estônia, um consultor de tecnologia na Índia, um policial na Austrália e um veterinário do exército norueguês. Os participantes foram informados de que sua tarefa era ajudar a transmitir uma mensagem para seus alvos escolhidos com a ajuda de pessoas que considerem "mais próximas" do que eles do alvo, afirmaram os pesquisadores. E, em média, foram necessários apenas entre cinco e sete passos intermediários para que a conexão fosse estabelecida.

A idéia dos seis graus de separação surgiu pela primeira vez em 1967, quando aconteceu nos EUA uma das experiências mais conhecidas de mapeamento das nossas redes sociais. Foi quando o cientista Stanley Milgram descobriu que cada um de nós está a apenas seis graus separação de qualquer outro grupo de pessoas do mundo. Milgram chegou a este número através de uma experiência realizada com 160 pessoas que viviam em Boston e Omaha (Nebraska), e publicou a teoria Small-World na revista Psychology Today. Milgram descobriu que os voluntários conseguiam chegar a pessoas desconhecidas usando uma rede de amigos, contatos comerciais e outras relações.

Para cada um dos participantes da experiência, Milgram enviou uma correspondência com instruções para que ela chegasse a um indivíduo-alvo, originário de Sharon, Massachussets, mas que trabalhava em Boston. As pessoas não poderiam enviar a correspondência diretamente à pessoa-alvo, mas deveriam buscar amigos, contatos e pessoas que a conheciam pessoalmente e que pudessem ajudar na entrega da correspondência. Estas eram as regras. - Cada pessoa deveria escrever o seu nome na correspondência de modo que depois fosse possível monitorar o caminho percorrido até o seu destino final. - Foi este método criado por Milgram que ficou conhecido como Small-World (mundo pequeno). - Ao final da experiência, Milgram descobriu que o número médio de intermediários entre os participantes da experiência era de apenas seis pessoas. Ou seja, a correspondência, em média, passou por apenas outros seis atravessadores antes de chegar ao seu destinatário final.




Também conhecida como "Seis Graus de Separação" ('Six Degrees of Separation') , que já virou até série de TV, a experiência de Milgram comprova que vivemos num mundo social realmente pequeno, e que nossas relações com os nossos semelhantes são muito mais estreitas do que jamais poderíamos imaginar.

Pra entender melhor: se eu tenho dez amigos e estes dez amigos têm, cada um, dez amigos, a minha rede no primeiro grau é de apenas dez amigos, mas no segundo grau é de 10 x 10 amigos, ou seja, em apenas dois graus de separação já estou ligado a cem pessoas. Portanto, em apenas seis graus de separação estou ligado a 10 elevado a 6º potência, o que dá um milhão de amigos. Ou seja, a minha rede social é imensamente maior do que eu os que eu conheço pessoalente. - Se cada pessoa da minha rede social pessoal me fizesse a doação de apenas um dólar, as minhas preocupações com dinheiro estariam resolvidas...

Mas acontece que em 1967 era muito mais complicado monitorar nossas redes sociais. Já com a Internet, tudo mudou, e muito. - Aos poucos, as redes sociais vão sendo mapeadas através da Internet, sejam elas redes de relacionamentos ou redes de negócios. Muitas aplicações hoje são construídas para mapear nossas redes sociais, desde os comunicadores instantâneos, passando pelos contatos que você tem cadastrado na sua lista de endereços do MSN ou email.

A nova onda das redes sociais na Internet (Social Networks) nos têm trazido aplicações como o Friendester, Dogster, Orkut e LinkedIn, que mapeiam a nossa rede de relacionamentos on-line, deixando às claras nossos amigos e mostrando, para nosso espanto, o quanto é grande nossa rede de contatos. Mas como começou e até onde vai a nova onde de mapear as redes sociais? Alguém arrisca um palpite?

Há aplicações específicas que deixam essas redes às claras. - O Orkut e o Sonico são apenas algumas delas. - Não aceitam inscrições de novos usuários através da Internet: é necessário que o novo usuário seja convidado a participar, como num clube fechado. Convite aceito e inclusão feita, o usuário passa a conhecer a sua rede de amigos e a rede dos amigos dos seus amigos, e dos amigos dos amigos dos amigos...

O LinkedIn é uma aplicação que oferece aos seus usuários a possibilidade de mapear sua rede de contatos. O site possui uma aplicação que permite copiar os contatos da lista de contatos do Outlook e enviar um convite para cada um dos usuários. Estes usuários, ao se cadastrarem no site e criarem seu próprio perfil poderão visualizar sua rede de contatos e buscar oportunidades de trabalho ou de emprego através desta rede, e o grande barato é que o LinkedIn mapeia quantos graus de separação existem entre cada um dos contatos. O consultor de marketing Alessandro Barbosa Lima conta que a partir do seu contato com apenas dois profissionais seus conhecidos foi possível criar uma rede de 33.800 pessoas(!), sendo que apenas cerca de 2.100 eram provenientes do Brasil!

O LinkedIn, o Orkut e o Sonico, entre muitos outros, se inspiram claramente nas idéias de Milgram, da Teoria Mundo Pequeno ou Seis Graus de Separação: cada contato é classificado a partir dos graus de separação do usuário cadastrado. - E há também a "Teoria dos Laços Fracos" ('The Strenght of Weak Ties') de Granovetter, que provou em 1973 que para conseguir um emprego é mais fácil usar nossos laços com pessoas que raramente temos contato (laços fracos) do que com amigos e familiares (laços fortes). - Através do LinkedIn é possível conhecer todos os laços fracos das nossas redes sociais e tentar encontrar emprego ou trabalho através destes laços. Como citado no relise do LinkedIn para a imprensa, é 10 vezes mais fácil encontrar negócios ou emprego através de uma rede de contatos do que através de sites de empregos.



"Senhor, quem é o meu próximo?"

(Lucas 10,29)



Este post é baseado em matéria da jornalista Maggie Fox, da Agência Reuters de Whashington, e num artigo de Alessandro Barbosa Lima, consultor de marketing em meios eletrônicos e autor do livro "E-LIFE - Idéias Vencedoras para Marketing e Promoção na Web".



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Boas Novas: direto ao ponto

Retomando a nossa série de postagens sobre Jesus e os Evangelhos: nunca consigo deixar de me impressionar com a riqueza das palavras do meu Mestre. Cada frase, cada máxima, cada afirmação vem sempre carregada de sabedoria pura, de simbolismo profundíssimo... Cada palavra que sai da sua boca é como um raio de luz, é como o abrir de uma porta, o rasgar de um véu de Maya...

O nosso estudo/meditação continua do ponto em que havia parado: Matheus, capítulo 5 verso 21. Jesus continua falando. E trovões retumbam nas consciências...




"Ouvistes que foi dito aos antigos: 'Não matarás'; e também: 'Quem matar será réu de juízo'.

Eu, porém, vos digo que todo aquele que se encolerizar contra seu irmão será réu de juízo; e quem disser a seu irmão: 'Raca', será réu diante do sinédrio; e quem lhe disser: 'Tolo', - será réu do fogo do inferno.

Portanto, se estiveres apresentando a tua oferta no Altar, e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti,

deixa ali diante do Altar a tua oferta, e vai conciliar-te primeiro com teu irmão, e depois vem apresentar a tua oferta.

Concilia-te depressa com o teu adversário, enquanto estás no caminho com ele; para que não aconteça que o adversário te entregue ao guarda, e sejas lançado na prisão.

Em verdade te digo que de maneira nenhuma sairás dali enquanto não pagares o último centavo."



O Caminho da Vida se descortina diante dos nossos olhos. - Quem tiver olhos para ver, que veja. - Da minha parte, me atrevo a compartilhar percepções desse trecho com você...

Aos antigos foi dito que não deveriam matar. O Mestre dos mestres, porém, diz que se apenas nos irritarmos contra um irmão, aí já está o erro. Não basta "não matar". - Se eu ofender ao meu irmão, se "apenas" chamá-lo de "tolo", serei "réu de juízo". E agora? Jesus não diz que o seu jugo é suave e o seu fardo leve? Mas desse jeito ele parece estar tornando a vida mais difícil...

Até então estavam todos tranqüilos vivendo suas vidinhas pacatas, cumprindo com as suas obrigações religiosas calmamente, sem maiores preocupações, e chega esse galileu revolucionário dizer que não basta observar a lei?? Como assim??

Quem nunca matou ninguém podia se considerar limpo perante Deus. Aquele homem rico até poderia explorar seus funcionários, ser machista, preconceituoso, às vezes agressivo e maltratar pessoas, mas... Ele nunca matou, poxa! Nem roubou, nem prestou falso testemunho, etc, etc... Isso não basta?

Não, Jesus diz. Ele não quer a aparência, ele não quer a "casca", ele não se contenta com a superfície. Ele quer o profundo, ele quer a polpa, a essência. Você não pode ser perfeito? Ele sabe disso, mas espera que você tente, mesmo assim...

Se você estiver diante do Altar de Deus, e se lembrar que o seu irmão tem alguma coisa contra você... Saia dali imediatamente, deixe a sua oferta a Deus pra depois e vá resolver com o seu irmão. Restabeleça a paz com o seu irmão. - Você não pode estar bem com Deus se não estiver bem com o seu irmão. Você não pode se aproximar de Deus se não estiver próximo do seu irmão. - Jesus até chama aos nossos semelhantes de nossos "próximos". Ele quer a nossa intimidade, a nossa fraternidade, a nossa união amorosa... Não pense que a sua oferta pode significar alguma coisa para Deus se você não se oferece também para o seu próximo.

Sobre esse mesmo assunto, também João, o discípulo amado, aquele que se recostava no peito de Jesus, como uma criança, durante a última ceia, escreveria mais tarde:

"Se alguém diz: 'Eu amo a Deus', e, no entanto, odeia o seu irmão, é um mentiroso; pois quem não ama o seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, que não vê...

E nós conhecemos o Amor que Deus nos tem. Deus é Amor; e quem está em Amor está em Deus, e Deus nele; e dele temos este mandamento: que quem ama a Deus, ame também a seu irmão..."


(1 João 4,16-21)


Parei por aqui. Tudo de mais importante já foi dito. A palavra Amor, para mim, soa tão perfeita, tão completa, tão absoluta em si mesma, que todo o resto começa a soar como blablablablablablablabla...



Tradução "Almeida Revisada Imprensa Bíblica"



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Consciência do Sagrado

divino no despertar de todas as manhãs, aquele momento em que não sabemos bem ao certo se tudo a nossa volta é mesmo de verdade ou se de repente vamos olhar pela janela e encontrar o céu amarelo e a grama cor-de-rosa... - Ou olhar no espelho e ver uma cara desconhecida nos encarando, incrédula...

Há divino nas relações humanas.

Há divino na natureza.

Há divino na alegria e também na tristeza. Mas não em todas as alegrias e nem em todas as tristezas; algumas delas são meramente humanas. Ou melhor, pertencem ao campo daquele outro tipo de coisa que chamamos "humanidade", mas que na verdade nos afasta da nossa verdadeira natureza.

Há divino no cansaço do trabalhador.

Há divino num domingo ensolarado, e também numa segunda-feira chuvosa...

Quando temos consciência do divino na vida, todo o nosso viver se torna um Sacramento, uma linda e amorosa prática de adoração ao Sagrado.

Mantenha a consciência do Sagrado na sua vida.

Tente manter em mente o aspecto divino da sua vida, do seu ser, tente se manter consciente de quão bem aventurado você já é, hoje, AGORA, apenas por fazer parte desta Sinfonia maravilhosa que o Universo toca, e assim a música vai fluir ainda mais bela através de você. - Ou na verdade ela vai continuar fluindo tão bela como sempre foi, mas agora você vai estar desperto e atento para ouvi-la.

Quando você entender isso, quando aceitar a sua bem-aventurança, vai perceber finalmente que não precisa de tantos brinquedos, que você não precisa e nem deve viver sempre no futuro, atrás dos seus planos, dos seus "sonhos", como têm feito até agora. Vai entender que você já é perfeito, que o que você tem já é mais que suficiente, que o sofrimento reside nessa ilusão tola que nos leva a correr atrás de alguma coisa que na verdade nunca poderemos alcançar, porque essa coisa não existe, não é real, é apenas uma cilada armada, uma espécie de arapuca que pode nos tornar passarinhos na gaiola.

Alguns vivem em gaiolas de ouro, outros em gaiolas de bambu, mas todos estão igualmente vivendo presos, tristes, sem cantar, sem vibrar, sem viver. E o pior e o melhor de tudo é que estão nessa condição por opção própria.




Você já dançou na chuva?

Você já tirou a sua amada pra dançar no meio da cozinha, numa manhã de domingo, ao som da panela fervendo o molho do macarrão?

Você alguma vez já saiu a andar na rua, sem destino, apenas para apreciar a paisagem, ouvir o canto de um passarinho, ou simplesmente rir das manias de grandeza de alguns dos nossos irmãos, que andam pelas ruas ostentando suas posses, seus carros, seus corpos, seus cabelos, seus cães que são seus donos?

Você já se colocou só e quieto, e tentou ouvir o som do silêncio?

Você já beijou a testa suada e cheirando a chiclete de morango de uma criança de oito anos que te abraçava sem segundas intenções e sem nenhum interesse?

Você já brincou de pega-pega com essa criança num parque, numa tarde de folga, correu até perder o fôlego, já rolou na grama com essa criança, depois deitou de costas na grama para brincar de adivinhar formas nas nuvens? Ele vê um aquário com uma lagosta, e eu tenho que adivinhar... Quase sempre é impossível acertar, mas é divertido mesmo assim.


Receita da felicidade:

Mantenha-se consciente do sagrado, fique satisfeito com o que você é, com o que você tem, com o que você pode. Pegue todos as suas vontades, todos os planos que você tem de se tornar um "vencedor", todos os projetos para o futuro, amarre-os todos juntos e... JOGUE TUDO FORA! Depois vá e aproveite cada minuto que tiver, daqui pra frente, como o grande privilégio que é.

Veja o divino no seu chefe chato, nos que te caluniam, nas pessoas que tentam te deixar triste só para colocá-lo(a) no mesmo nível delas próprias. Cada uma dessas pessoas está cumprindo o seu papel neste plano. Olhe para elas com ternura, como quem olha um bebê que brinca na lama, se sujando todo sem saber o que está fazendo. Sorria sempre e tente ajudá-las, elas precisam de ajuda. Tente mesmo ajudá-las, com a sua palavra, com o seu testemunho da Verdade, mas, principalmente, com o seu comportamento; porque um gesto vale por mil palavras.

E o que não estiver dando para suportar, aquilo que realmente for prejudicial pra você, o que você sentir que está realmente atrapalhando a sua vida... abandone. Se o seu amigo lhe faz sentir mal, não é seu amigo, deixe-o seguir seu caminho. Se a sua namorada ou o seu namorado o contraria em tudo, se os interesses de vocês são muito diferentes o tempo todo, e isso gera aquela frustração amarga que te faz esquecer do divino e do sagrado na vida... Deixe-a! Deixe-o!

Mude tudo, mude a sua vida, volte para dentro de si, onde Deus pacientemente o espera. Esta é a Jornada, este é o Caminho. E aí você será capaz de mover as montanhas, será capaz de dar ordens à chuva e à tempestade... Mas aí, você vai achar essa coisa de "dar ordens" muito chata. Você vai achar que o grande barato é mesmo "ser um com".

Este foi o Henrique tentando dividir a felicidade da sua lua de mel com os seus amigos do blog...



PS.: O que essa criança com a boca lambuzada tem a ver? Sei lá, mas criança sempre tem a ver com tudo. A infância é a apoteose do espírito humano... Nesse momento estou mais criança do que nunca, e o que peço é que a minha vida seja uma infância eterna.



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