Consumação

Um outro recomeço - parte II

Esta postagem foi, de longe, a mais difícil que eu já escrevi. Mais do que isso, foi provavelmente o texto mais difícil de todos que já escrevi até hoje. Não sei explicar exatamente porquê, mas eu simplesmente não conseguia conclui-lo. E a revisão foi bem complicada. Ao menos em parte, posso dizer que essas dificuldades foram em razão da grande responsabilidade que sinto em tornar pública esta minha experiência. Eu não queria e não quero ser mal interpretado, e aliás, aproveito para fazer um apelo a todos que se propuserem a ler: por favor, tentem não interpretar! Por favor, tentem apenas sentir as palavras e as idéias nelas contidas, sem classificações, sem interpretações.

Seja como for, por fim aí está a segunda parte de "Consumação". - Ainda haverá uma terceira e conclusiva parte, tão importante quanto esta; - mas eu tenho certeza de que a última não demorará tanto. Tenho a nítida impressão de que a parte mais difícil e demorada foi esta, que segue abaixo, afinal concluída. Obrigado a todos que aguardaram por ela pacientemente, vindo a este endereço diariamente. Deixo registrado o meu mais sincero desejo de que venha a valer a pena.



Situando a experiência - lugar e tempo

Eu falei antes das dúvidas e angústias que vinha vivendo dentro da fé que eu abracei, por ela trazer alguns princípios básicos que não combinam nem um pouco com o meu jeito racional e objetivo de ser. Mas faltou situar as coisas no seu devido lugar e no tempo, para que vocês possa ter uma noção mais exata de tudo o que me aconteceu.

Bem, eu e Hana fazemos parte da comunidade de nossa paróquia católica há cerca de 2 anos, e dentro desse período nos tornamos membros voluntários do grupo de Liturgia dessa comunidade, além de participarmos esporadicamente de serviços sociais promovidos pela Igreja, festas e campanhas beneficentes, pastorais de auxílio aos carentes e etc.

Mas nós não participamos dos Sacramentos da Igreja, que segundo a doutrina católica são a base fundamental para uma verdadeira vida cristã. - Para a Igreja, os Sacramentos são os sinais visíveis e eficazes da Graça de Deus à humanidade, instituídos pelo próprio Cristo, como o Batismo e a Eucaristia.

Hana não foi iniciada nos Sacramentos por ter nascido em família 100% protestante. Quanto a mim, apesar de ter recebido uma orientação católica superficial durante a minha infância, também tive, desde muito cedo, o direito à livre escolha religiosa. Não fui levado ao catecismo e não fiz preparação à primeira Eucaristia. – Por isso, nem eu e nem Hana, que abraçamos a fé católica praticamente juntos, há cerca de três anos, nunca comungamos, isto é, nunca em nossas vidas participamos do Sacramento da Eucaristia, até hoje.

Para ficar claro: ocorre que segundo as normas da Igreja, nós não poderíamos participar da Eucaristia, por eu ser divorciado e por estarmos vivendo uma união não formal. - Mas logo que começamos a freqüentar esta Paróquia, depois de um bom bate-papo com o padre, fomos imediatamente convidados por ele a participar normalmente da Comunhão, junto com os demais fiéis; - inclusive ele nos explicou que naquela comunidade já existiam outros casais em situação idêntica a nossa, que, com a devida autorização do bispo local e sob a sua estrita responsabilidade, comungavam há um bom tempo.

Mas nós resolvemos recusar essa proposta, porque na ocasião dessa conversa eu já havia entrado com um processo junto ao Tribunal Eclesiástico solicitando a anulação canônica formal do meu primeiro casamento, - porque ele se deu sob uma série de circunstâncias que, perante as mesmas normas canônicas católicas, o caracterizam como casamento nulo, inválido: em outras palavras, um casamento que nunca existiu de fato, aos olhos da Igreja. – Isso obviamente é uma longa história, de foro íntimo, que não pretendo abordar em detalhes aqui.

É que tanto eu quanto Hana gostamos de tratar das coisas do espírito sempre o mais corretamente possível, e já que abraçamos esta fé, achamos por bem seguir suas regras da melhor maneira possível. Por isso optamos por aguardar o desenrolar do meu processo, para só depois de tudo resolvido passar a participar de todos os Sacramentos da Igreja. – Para constar: a minha sentença de nulidade matrimonial já foi decretada pelo Tribunal Eclesiástico e encontra-se em vias de ser entregue; - a minha primeira união realmente não foi um casamento válido perante a Igreja...

Bem, tudo que foi dito até aqui foi apenas para explicar que eu nunca comunguei da Eucaristia em minha vida, e qual a razão. Assim fica um pouco mais fácil entender porque eu falei na primeira parte deste post que eu carregava no meu íntimo uma série de profundas e angustiantes dúvidas a respeito da Presença Real na Eucaristia. - Isto é, de um modo ou de outro eu nunca participaria de uma prática religiosa sem compreendê-la, e/ou se não acreditasse nela plenamente. E realmente muitas coisas me faziam duvidar desta fé fundamental dos católicos.


A experiência - o princípio


"Reborn" - Era


Como falei acima, eu e Hana participamos voluntariamente do grupo de Liturgia de nossa igreja: semana sim, semana não, subimos ao púlpito para as leituras do dia. “Liturgia” é o antiqüíssimo costume da leitura cerimonial dos textos sagrados diante da assembléia reunida durante a celebração da Missa. Primeiro, membros leigos da comunidade lêem trechos de algum livro do Antigo ou do Novo Testamento, depois o sacerdote lê um trecho dos Evangelhos, e os comenta a seguir: é a chamada Homilia.

O domingo de 20 de Abril de 2008 nasceu com um sol brando brilhando sobre São Paulo e uma brisa leve, ideal para dispersar a névoa da poluição (quem vive aqui sabe...). Um dia bonito, de temperatura amena, agradável. Nesse dia eu saí da cama me sentindo cheio de energia e com uma disposição que há muito tempo não sentia. Estava muito animado para a vida, de um modo geral. Havia acabado de escrever, no dia anterior, o post "Pecado" neste blog, e experimentava uma energia positiva bastante forte. Estava feliz e seguro comigo, espiritualmente falando; me sentia saudável, tranquilo e relaxado, não sei explicar porquê. - E nesse domingo, eu e Hana estávamos "escalados" para fazer a Liturgia na Missa das dez horas.

Chegamos à igreja com cerca de uns quinze minutos de antecedência, como de costume. Como sempre faço, logo após cumprimentar os amigos e o padre, que fica à entrada do templo recebendo o povo, vou até a Capela e faço uma oração pedindo pela minha leitura: que possa ser útil a todos os que a ouvirem; que a minha voz seja luz para todos os presentes àquela celebração, que seja clara...

Tudo parece muito calmo naquele dia, e eu continuo sentindo uma tranquilidade grande, incomum para mim. - Digo isso porque sou um cara meio acelerado por natureza, minha mente é normalmente inquieta e tenho dificuldades para relaxar. - Uma das razões porque aprecio tanto a meditação. É um dos poucos momentos em que consigo fazer uma pausa.

A celebração se inicia. Chega a hora da minha leitura. Iniciam-se os cânticos para saudar a Palavra; eu subo ao púlpito, ergo o Lecionário e todos elevam suas mãos em minha direção, com as palmas abertas e voltadas para cima, em sinal de alegre saudação e acolhida à leitura sagrada. Leio bem e tranqüilamente. Dou graças no meu íntimo. Volto a me sentar, agora é a vez de Hana, que faz a segunda leitura lindamente, com sua bela e impostada voz de atriz, que como sempre a todos encanta e que costuma render elogios à saída da celebração.

Depois vem a vez do padre, que inicia a leitura do Evangelho do dia:

"'Não se perturbe o vosso coração. Tendes fé em Deus, tende fé também em mim (...). Para onde eu vou, vós já conheceis o Caminho'. - Tomé disse: 'Senhor, nós não sabemos para onde vais; como podemos conhecer o Caminho?' Jesus respondeu: 'Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém vai ao Pai senão por mim. Se vós me conhecêsseis, conheceríeis também ao meu Pai (...).' - Disse Felipe: 'Senhor, mostra-nos o Pai, e isso nos basta!' Jesus respondeu: 'Há quanto tempo estou convosco, e não me conheces, Felipe? Quem me viu, viu o Pai (...). Acreditai-me: eu estou no Pai e o Pai está em mim. Acreditai, ao menos, por causa das obras. Em verdade em verdade vos digo, quem crê em mim fará as obras que eu faço, e fará ainda maiores do que estas; porque eu vou para o Pai, e farei o que pedirdes em meu nome (...). O que pedirdes em meu nome, eu o farei'".


Leitura de um trecho tocante do Evangelho de João, e depois inicia-se a Homilia. A fala do sacerdote busca o coração e o entendimento. Mas eu logo começo a me dispersar. Meus pensamentos vagueiam, e mesmo que eu insista em tentar me manter atento, começo a, repetidamente, me pegar viajando entre passado e futuro na minha mente: memórias, preocupações com tarefas a cumprir... Os poucos trechos da Homilia que consigo captar soam interessantes, mas mesmo assim eu não consigo focar a minha atenção por mais do que alguns segundos.

Assim eu prossigo durante o transcorrer do restante da celebração. - Disperso. - Vou recitando as orações e acompanhando as fórmulas meio que "no automático". Chega o momento central de toda a celebração: a Eucaristia. Os músicos estão afinados:

"Hosana! hosana! Hosana nas alturas! Bendito aquele que vem! Hosana! Amem..."


A hora da Consagração do Pão e do Vinho é o momento máximo, o ápice de todo o cerimonial católico. Todos se colocam de joelhos para receber a Jesus, prestes a se doar, em forma de Hóstia e Vinho, por toda a humanidade ainda incompleta, ansiosa por essa Comunhão divina. O sacerdote repete mais uma vez as palavras do Cristo:

"Tomai e comei, todos vós. Isto é o meu corpo, que será entregue por vós. Tomai e bebei, este é o meu sangue, que será derramado por vós... Fazei isto sempre, em memória de mim..."


Nesse momento, começam a me perturbar novamente os espinhos das minhas dúvidas. Ali, ajoelhado diante do altar. Termina a Consagração do Pão e do Vinho e voltamos a nos sentar. Chega o belíssimo momento denominado "Cordeiro de Deus" no missal , quando o sacerdote clama: "Felizes os convidados para a ceia do Senhor!", e levantando a Hóstia Consagrada, completa com as palavras de João Batista: "Eis o cordeiro de Deus; eis aquele que tira o pecado do mundo!" - E todos repetem juntos a oração ensinada por um centurião romano há dois mil anos: "Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma só palavra e serei salvo".

A celebração prossegue. Conforme o costume da minha comunidade, as pessoas que participam das leituras, como eu, ficam sentados à lateral do Altar, em cadeiras dispostas em fileira, assistindo à celebração bem de perto. Nesse dia, conforme a ordem da leitura, eu estava sentado na primeira cadeira da fileira, isto é, tendo a um lado os demais auxiliares e ao outro lado a assembléia, estando bem diante do sacerdote. E foi exatamente a partir desse momento que tudo aconteceu...

Estou eu ainda disperso, olhos baixos, procurando no piso por alguma lembrança esquecida ou remoendo alguma preocupação futura qualquer. Distante. De súbito, um movimento do sacerdote me faz voltar os olhos para o altar: eu olho, e lá está o padre segurando a Hóstia consagrada, elevando-a bem alto, em direção à assembléia. A Hóstia está inteira, e eu não sei porque o padre está fazendo aquele movimento, naquele momento. - Não é comum, que eu saiba. Que eu me lembre, ele só eleva a Hóstia na hora da Consagração e depois, na hora do "Cordeiro de Deus".




Mas lá estava ele, o sacerdote, o padre meu amigo de sempre, o que conta piadas, que brinca comigo e com todos, sempre, nas reuniões de estudo, nas festas... Com a Hóstia Consagrada nas mãos. Mas... subitamente...

Percebi que o padre não era mais o padre de sempre. Algo estava muito diferente nele. Estava sério, mas a sua expressão era muito leve, de um modo que não saberia explicar. Então voltei meus olhos para a Hóstia...

A forma circular e branca nas mãos do sacerdote estava também diferente. Muito! Mudava suavemente de cor, se tornava dourada. Um dourado brilhante, que parecia emanar do seu centro e formava um halo esmaecido ao redor de sua forma, iluminando as mãos que a seguravam e toda a atmosfera em volta. Levei um susto! Parecia-me que alguém segurava uma grande vela acesa, ou uma lanterna acesa, por trás da Hóstia. Imediatamente olhei para o irmãozinho de leitura sentado bem ao meu lado, como que a indagar: "o que é isso?"

Mas o jovem ao meu lado tinha uma expressão absolutamente indiferente; era óbvio que ele não estava vendo o mesmo que eu. Aproximei mesmo meu rosto do dele, mas ele não me percebia, e ignorando totalmente a minha reação continuava apenas olhando para a frente, como se nada de incomum estivesse acontecendo!

Voltei a olhar para a Hóstia nas mãos do padre, e o brilho desconhecido continuava! Desviei os meus olhos para a assembléia, com a certeza de que alguém estaria percebendo o mesmo que eu: nada! Vi rostos indiferentes, rostos distraídos... nenhum dos presentes demonstrava qualquer sinal de estar vendo uma luz dourada emanando da Hóstia!

Voltei a olhar para o Pão em forma fina e circular que é a Hóstia, e continuava elevado nas mãos do padre. E então vi uma luz em forma de chama brilhando bem no seu centro, uma chama alongada e tênue, tremeluzindo e fazendo com que toda a Hóstia mudasse da cor branca comum para um matiz dourado suave...

Fechei meus olhos com força e voltei a olhar, incapaz de acreditar no que estava vendo. A chama continuava, o brilho dourado continuava; as mãos do padre continuavam a segurá-la, imóveis, firmes como rocha. Fechei novamente meus olhos e voltei a apertá-los com força, uma, duas vezes. Achei que estivesse tendo algum tipo de miragem ou ilusão de ótica. Mas a visão continuava! Uma chama alongada e branca brilhava no centro da Hóstia Consagrada, tornando-a resplandecente e dourada! Eu percebi que me encontrava fora da realidade comum, mesmo estando fisicamente ali, naquele lugar conhecido, rodeado de pessoas conhecidas. Desviava o olhar para a face do sacerdote, seus olhos estavam suavemente cerrados, sua face estava iluminada e ele me parecia inebriado, transbordante de bem-aventurança, saturado de divindade, como se naquele momento houvesse se tornado realmente um com o próprio Cristo! De volta à Hóstia, a chama continuava brilhando, intensa, perfeitamente visível, porém suave e delicada. Por um momento me ocorreu que eu era indigno para presenciar uma tal maravilha, e involuntariamente abaixei o meu olhar para o chão.

Mas voltei a focar a Hóstia e a visão continuava, intensa e suavemente a um só tempo; eu vivia uma sensação como de estar em sonho: outras vezes voltei a olhar para os lados, para os meus colegas, inconformado por ninguém mais estar percebendo o mesmo que eu! Estavam todos como que paralisados, mortos em vida. Apesar dos meus movimentos irrequietos e olhares indagatórios para os lados, ninguém me notava.

Naquele momento eu existia e me movia num espaço-tempo diferente. Parecia-me que já alguns minutos se haviam passado, mas as mãos do padre continuavam imóveis, a Hóstia permanecia elevada, sem nenhum movimento, nenhum tremor, oscilação, nada. Não haviam sons em volta, não havia cor, não havia... nada além de mim e da Hóstia! Apenas a chama que tremeluzia no seu centro parecia viva, e era como se essa chama viesse de um lugar além da matéria e do tempo, além do momento e do lugar, como se uma janela ou uma passagem se houvesse aberto bem no centro dela, ou como se uma realidade diferente de tudo que eu conheço, por trás dela se mostrasse visível aos meus olhos. Não havia mais gravidade, não havia mais peso e nem medida, não haviam mais sentidos, não havia mais "eu"...

E só então me dei conta da grandeza do que estava acontecendo. Me sentia elevado, como se não respirasse, como se não existisse de fato, como se o meu ser e a minha humanidade estivessem num outro lugar, ou talvez fosse melhor dizer "em nenhum lugar"; - como se tudo a minha volta fosse imaterial, irreal, ou como se eu mesmo não existisse. Entrei numa espécie de êxtase leve, e me deixei quedar, apenas apreciando aquela visão beatífica...

Mas depois de um momento me senti novamente indigno de viver tudo aquilo, e voltei a olhar para o chão.

E quando voltei a erguer meus olhos, a luz e o brilho dourado haviam desaparecido. O padre continuava com a Hóstia nas mãos, mas agora tudo parecia normal de novo. Tudo se movia, tudo era do jeito como sempre fora. Voltaram os sons, voltaram os movimentos e cores comuns das coisas. O sacerdote colocou de volta a Hóstia na âmbula e procedeu normalmente com o ritual da Comunhão. Em algum nível superficial eu entendi o que havia acontecido, ou achei que entendi. Mas ainda não me conformava, e o meu lado racional, apesar de àquela hora completamente nocauteado, ainda me impelia a olhar para os lados, para os companheiros da liturgia, sentados ao meu lado esquerdo, para a assembléia à minha direita... Ninguém demonstrava o menor sinal de ter visto algo fora do comum! Por fim me conformei e aceitei o que tinha acontecido, e uma paz imensa tomou conta de todo o meu ser.




A partir dali não voltei a me dispersar. Todo o restante da celebração me pareceu especial, maravilhoso, mágico, de uma beleza indescritível. Vi na parte final da celebração daquela Missa, mesmo sem comungar, a mais perfeita prática religiosa que pode existir neste mundo. Senti que estar ali, compartilhando daquela cerimônia, era como visitar o Céu. Pela primeira vez na minha vida, compreendi completamente o que significa aceitar, se tornar aberto; e o quanto isto é diferente de entender, buscar conhecer. - E que somente quando desisto de tentar entender, o conhecimento perfeito se manifesta.

Mesmo sendo um grande cabeça dura já sei que é impossível explicar essas coisas, por isso não vou tentar. Sei que é exatamente por isso que Jesus diz: "Quem tem ouvidos para ouvir, ouça". - Quem tem olhos para ver, veja; quem tem entendimento para entender, entenda. - É simples assim. Alguns podem ver, outros não. Mas os que não podem ver nem ouvir, e muito menos entender, assim como eu, devem buscar. Porque os que procuram, acham.

Tudo que contei até aqui é só o começo. Não pensem que agora vem um "e fui feliz para sempre", porque ainda está muito longe da acabar e ainda há muito para ser contado.


"Disputavam entre si os judeus dizendo: 'Como, como pode este nos dar a comer a sua carne?' Mas Jesus lhes disse: 'O que se alimenta da minha carne e bebe o meu sangue, esse fica em mim, e eu nele'." João, 6:53-57


Ps.: Neste exato momento sinto como se estivesse lendo os pensamentos de muitos de você-ês! - Não se esqueçam: se abrir para o divino é muito diferente de tentar entendê-lo... =)


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