Depoimento

Aos que perguntam pelos posts que contam experiências pessoais: acho que vão gostar deste...


Prólogo 1: Eu trabalho em casa. E trabalho com criação e arte. Por isso, dependo diretamente do meu bom estado de espírito para poder produzir. Não que eu não consiga trabalhar quando estou mal-humorado ou indisposto, mas a criatividade humana não é "receita de bolo". Em razão disso, assim como acontece com a maioria dos meus amigos artistas, meus horários de trabalho não são muito ortodoxos. É que em determinados horários, eu produzo muito mais e melhor do que em outros - o período mais produtivo para mim é aquele que começa lá pelo meio da tarde e vai até a madrugada. Nessa faixa de horário é que costumo trabalhar bem, porque é quando me sinto mais desperto e disposto. E como trabalho em casa e posso fazer meus próprios horários, reservo a parte da manhã para cuidar da casa e das minhas obrigações extra-profissionais (como escrever no blog) e a tarde e noite para trabalhar. Conseqüentemente, costumo ir dormir muito tarde, e acordar também um pouco mais tarde do que a maioria das pessoas. Normalmente, vou para a cama entre 2 e 3 horas da madrugada, e acordo entre 9 e 10 horas. Também sou do tipo que se não dormir pelo menos 7 ou 8 horas por noite, não me sinto em perfeitas condições durante o dia. Fico indisposto, sentindo que minhas energias não estão completas...

Prólogo 2: Há alguns anos, logo que nos casamos, uma noite Hana chegou em casa emocionada, dizendo que tinha algo para me contar. Disse que tinha recebido uma "iluminação", durante o dia, na hora do almoço, quando estava orando pedindo por orientação. Ela estava então enfrentando um grave problema de família, que prefiro não especificar aqui, e pediu ajuda em oração. Hana é pessoa de uma fé bastante simples. Eu digo sempre que, de uma certa maneira, ela tem muito mais fé do que eu. Porque é uma fé humilde por si mesma, que não questiona, não tenta entender ou racionalizar, simplesmente aceita e se entrega (e isso funciona, eu posso garantir). Segundo me contou, no momento em que estava orando, sentiu uma grande tranqüilidade no seu íntimo, e lhe pareceu como que ouvir uma voz que a orientava da seguinte maneira:

“Peça sempre, peça em oração tudo de que necessitar, em qualquer situação, mesmo que pareça algo simples ou muito corriqueiro. Esta é a Vontade de Deus”.

Eu achei aquilo incrível, sem dúvida, mas não tentei compreender ou conhecer detalhes, pois quando isso aconteceu eu já conhecia Hana o suficiente para saber o quanto ela é intuitiva, e que não se importa muito com detalhes ou racionalismos. Para ela, bastava saber que Deus tinha falado com ela e nada mais. Quanto a mim, ao longo da minha jornada, já vi e vivi o suficiente para perceber que pessoas assim, simples de coração, sem dúvida parecem ser as que conseguem as maiores Graças de Deus e as que têm mais facilidade para viver experiências místicas. Enquanto isso, os grandes questionadores racionalistas (como eu) permanecem sempre um passo atrás, tentando compreender, etiquetar e rotular tudo com suas mentes analíticas.


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cerca de um ano, por meados do mês de Outubro do ano passado, aconteceu uma infeliz novidade na minha rotina de vida: uma senhorinha, tão solitária quanto desagradável, se mudou para a casa ao lado da minha. Eu não saberia como definir de maneira satisfatória essa senhora, a não ser por um adjetivo muito simples: a "vizinha indesejável clássica". Principalmente por um detalhe MUITO irritante: Sua coleção de cachorrinhos poodles, latidores incansáveis...


Acontece que o quintal da casa vizinha dá de frente para o meu quarto, e apesar do alto muro, o barulho infernal dos latidos intermitentes e ultra-estridentes começou a se tornar insuportável, depois de uma semana inteira sem um dia sequer de trégua. Como eles (os cães) eram quatro, até parece que faziam um revezamento: logo que um deles se acalmava e parava de latir, um outro começava, e voltava a "puxar o coro" novamente... Porém, depois de duas semanas, essa situação se alterou. Os cães pareciam finalmente ter se acostumado com a sua nova casa e pararam de latir o dia inteiro. Mas foi exatamente a partir daí que eu comecei a enfrentar o problema maior - uma situação realmente tenebrosa...

Um dos cães começou a latir, todos os dias, infalivelmente às 5 horas da matina (O.o)... Um latido muito, muito alto; e muito, muito estridente. Esse um começava a latir (eu podia reconhecer pelo latido) e assim levava também seus amiguinhos a acompanhá-lo nesse "concerto" tétrico. Meu sono é leve, mas o de Hana é bastante pesado; mesmo assim, até para ela também era impossível continuar dormindo depois que a sinfonia começava. Detalhe: os latidos começavam todos os dias infalivelmente em torno de 5 da manhã e continuavam, sem descanso, até pelo menos as 11:00 horas. Sem descanso. Sem pausas.

“Um pouco de paciência”, pediu Hana. “Mais algum tempo e eles param. Devem estar estranhando ainda a casa, ou alguma outra coisa. Paciência”. – Respondi que, se a situação não se resolvesse em uma semana, eu iria falar com a nova vizinha.

Uma semana. Duas. Todos os dias os cães continuavam a latir, sem nenhum motivo, começando em torno de 5 da manhã, como uma espécie de despertador infalível (e infernal), e não paravam até antes das 11. Eu imaginava que esse provavelmente era o horário em que a sua dona levantava da cama, todos os dias; os bichos ouviam o seu ruído e o barulho ensurdecedor começava, infalivelmente. Mas o que mais me impressionava era que toda aquela algazarra não incomodasse a dona dos bichos(!).

Depois de duas semanas indo dormir entre 2 e 3 da madrugada e sendo acordado às 5, eu já começava a me parecer com um zumbi de filme de terror, e o meu trabalho começava já a ser seriamente prejudicado. Fui até a casa da vizinha. Me apresentei e expliquei que tinha um assunto sério pra tratar com ela. Educação e cortesia, definitivamente, não eram qualidades caracterísitcas da senhorinha dona dos cães. Claro que os bichos vieram junto, me receber à porta, latindo sem parar. Aquele som que já me deixava louco realmente não a perturbava em nada. Mal podíamos conversar com o barulho dos latidos – eu mal pude ouvir o que ela dizia, e tenho certeza que ela também não pôde me ouvir direito, mas em nenhum momento ela chamou a atenção dos "pimpolhos"... Nem um "psiu" sequer. Enfim, expliquei a minha situação o melhor que pude; disse que o quintal dela, onde ficavam os cachorrinhos, dava de frente para a minha casa e para o meu quarto; que eu trabalhava à noite e por isso não poderia continuar sendo acordado diariamente antes das 6 horas da manhã. Ela fechou a cara, virou as costas e desapareceu atrás da porta, batida na minha cara.

Dia seguinte. 5 horas da manhã: Latidos. Gostaria que o leitor compreendesse que era humanamente impossível continuar dormindo debaixo daquele barulho, repito que os latidos eram realmente muito agudos e muito intensos. A impressão que tínhamos, eu e Hana, era a de que os cachorros estavam dentro do nosso quarto, tal a intensidade do som. Esclareço que o problema acontecia de domingo a domingo, todos os dias da semana, sem exceção aos finais de semana ou feriados. O rapaz da loja aonde fui comprar protetores de ouvido, conhecido meu, com quem comentei a minha situação, me aconselhou: “Quer saber? Dá veneno pra esses bichos, rapaz! O que é mais importante? O cachorro ou a sua saúde? Se a dona não faz nada, faça você. Um pouquinho de veneno de rato dentro de um pedacinho de carne e tá tudo resolvido...

Esperei mais alguns dias. O meu novo e macabro despertador continuava funcionando todos os dias, sem falhar. Eu já não conseguia mais nem sair para as minhas corridas matinais, porque eu já acordava literalmente acabado. Até tentei adaptar o meu relógio biológico para começar a acordar no horário que os cães estavam me determinando, o que seria um absurdo, mas eu não via outro jeito. Mas, como disse, eu simplesmente não consigo produzir bem de manhã. Já conversei com médicos sobre isso; há muito tempo, e me foi explicado que essa é uma característica biológica minha, que eu nunca vou conseguir mudar. - Fui aconselhado a estruturar a minha vida de modo a trabalhar e realizar as tarefas que exigem maior atenção sempre na parte da tarde ou noite. E, graças a Deus, à custa de muito esforço, consegui conquistar isso na minha vida.

E lá fui eu novamente, bater à porta da vizinha. Ela se mostrou irritada ao me ver. Dessa vez, mal comecei a falar, fui interrompido secamente pela seguinte frase: “Estou dentro da minha casa e faço o que quero! Bom dia”. E de novo a porta batendo na minha cara.

Voltei pra casa aturdido. Depois de dois meses nessa situação estávamos literalmente ficando malucos, eu e Hana. Privação de sono a longo prazo acaba com o humor, com a disposição, com a saúde. Toda minha vida estava sendo prejudicada por causa de alguns cachorrinhos! Não era justo. Esclareço que, em todo esse tempo, tentei de tudo: protetor de ouvidos, vedar portas e janelas para minimizar o som... nada dava resultado. Protetores auriculares internos não eram eficazes, e com os protetores tipo tampão era impossível dormir. Impedir um som radicalmente estridente de entrar num quarto é uma tarefa muito inglória. Consultei algumas empresas e fiz uma cotação sobre portas e janelas “corta som”. - Descobri que os preços eram absolutamente impraticáveis para mim, naquele momento.

Comecei a entrar em desespero. E comecei a ficar indignado. Muito. Não era possível que o "direito" de um cachorro latir fosse mais importante do que a minha saúde, o meu trabalho, a minha vida! Conversei com alguns amigos. Foram unânimes: “Dá veneno pros malditos! Se você já tentou conversar e não adiantou, você tem que tomar uma atitude!” Mas eu tinha certeza que nunca faria isso... Ao menos até chegar a próxima madrugada, e depois de conseguir dormir menos de três horas, ser novamente acordado do mesmo jeito.

Além de tudo, essa situação estava impedindo completamente a minha preparação para a “Corrida Internacional de São Silvestre” daquele ano, da qual iria participar. Tão importante quanto treinamento e alimentação corretas é dormir o suficiente. E os que acompanham as minhas postagens desde essa época sabem que eu precisava participar daquela prova, pois haveria um prêmio em dinheiro, do qual, então, eu realmente estava precisando muito.

Numa bela noite de sábado eu e Hana fomos a uma festa em casa de amigos. Ficamos até altas horas. Chegamos em casa exaustos, em torno das quatro da manhã. Nos deitamos. Mal fechamos os olhos, os latidos começaram. Domingo! Pleno domingo, e os pestinhas não davam folga! “Será que essa velha não descansa nunca?” – desabafei. “Hoje é domingo, porque acordar às cinco da manhã?” Hana se levantou, enfurecida, foi até o quintal, pegou algumas pedras e atirou no quintal da vizinha. O barulho só piorou. Estávamos condenados a não mais poder sair e chegar tarde, sob pena de ficarmos sem dormir. Tentamos nos acalmar, mas era difícil. Alguma providência teria que ser tomada. Lei do silêncio? Esse é o tipo de lei que no Brasil só existe no papel. Não havia o que fazer, a não ser...

Pouco antes do meio dia, Hana saiu para comprar o almoço. Naquele domingo, os cães continuavam latindo até aquela hora. - Melhor, um deles continuava latindo. Aquele um, aquele mesmo, o que sempre “puxava o coro” todas as manhãs. Eu conhecia muito bem o seu latido. Minha cabeça parecia que ia explodir a qualquer momento, e eu só tentava não enlouquecer. Num dado momento, saí para o quintal, para procurar alguma coisa no meu armário de ferramentas... Não me lembro exatamente o que era, acho que porque naquele momento eu estava meio zonzo de sono... E, enquanto procurava uma ferramenta qualquer... Encontrei algo que não estava procurando. Um pequeno pacote, esquecido no fundo de uma gaveta, pareceu saltar aos meus olhos, em meio aos utensílios: um pacote contendo veneno granulado para ratos, que eu havia comprado alguns meses antes, depois de ter visto um camundongo na garagem!

Os latidos torturantes continuavam ecoando, insuportáveis. Numa fração de segundo, minha mente pareceu entrar em colapso: tudo que eu desejava naquele momento, tudo em que eu conseguia pensar era em voltar a ter o meu direito sagrado ao sono, ao silêncio e à paz. E a solução agora estava bem ali, na minha frente. Sem pensar muito, entrei em casa, com o pacote de veneno na mão. Peguei uma salsicha e cortei em pedaços. Recheei um desses pedaços com o veneno. Só um pensamento tomava conta da minha mente: “Esse inferno vai acabar hoje. Eu sou mais importante do que esse cachorro”.

Peguei a escada e a coloquei encostada no muro que dava para o quintal dos cães. Subi os degraus devagar, silencioso, furtivo como um ninja. Ninguém podia me ver ali. Olhei para o quintal da vizinha. Lá estava ele, o meu maior e mais terrível inimigo dos últimos 3 meses: Um cachorrinho pequeno, branquinho... Seus três irmãozinhos dormiam, logo ao lado, em cima dos seus tapetinhos, tranqüilos. Só o malditinho latia, sem parar nem para tomar fôlego. Latia para a parede, latia para o chão, para a tigela de comida, pro próprio rabo... Latia para nada! O danado até parecia uma máquina! Eu olhei para ele, tomado pelo ódio. Naquele momento, não senti a menor piedade do animalzinho barulhento que me vinha infernizando há quase noventa dias ininterruptos. “Como um bicho tão pequeno pode fazer tanto barulho?”, pensei.

Olhei para a casa, para as janelas. Tudo trancado. Silêncio absoluto. Parecia que não havia ninguém em casa. A ocasião era perfeita. Levava comigo um pedaço de salsicha limpa, sem veneno, junto com o outro pedaço, com veneno. Joguei o limpo, pra ver se ele ia comer. Eu não queria que a vizinha encontrasse um pedaço de salsicha recheado de veneno no quintal dela, próximo do muro da minha casa. A reação do meu inimiguinho foi imediata: na mesma hora viu o pedaço de salsicha, correu e o abocanhou, engolindo de uma só vez. Depois ainda olhou pra cima, esperando mais... Perfeito! Melhor impossível. O meu grande problema estava prestes a se resolver...

Foi nesse momento que, súbito, senti como que uma corrente elétrica percorrer o meu corpo, de cima abaixo. Pareceu-me ser tomado por uma força invisível, que me paralisava. Segurava o pedaço de salsicha envenenada. Olhei para o cãozinho. Olhei para a salsicha, e de novo para o cão. “Eu vou fazer; eu tenho que fazer”, pensei.

Mas eu não podia. Estava decidido a fazer, mas não podia. Uma sensação desconhecida me impedia. Tudo que pude fazer foi descer daquela escada. E no mesmo instante em que o fiz, minha mente foi tomada de assalto pela lembrança do que me havia contado Hana:

“Peça sempre, peça em oração tudo de que necessitar, em qualquer situação, mesmo que pareça algo simples ou muito corriqueiro. Esta é a Vontade de Deus”.

Senti meu cabelo se arrepiando. Entrei correndo em casa, joguei aquele pedaço de salsicha no lixo e lavei as mãos, depois corri para o meu quarto. Fechei a porta. Me desconcentrei completamente do ruído dos latidos e me ajoelhei no chão. Olhei para a fresta da janela, que deixava entrar um facho de luz. Fechei meus olhos. E pedi a DEUS. Pedi que aquele animal se acalmasse, nas manhãs, porque eu precisava voltar a dormir direito. Disse a Deus que minha saúde estava sendo abalada por causa daquela situação... - Sim, claro que eu sabia que DEUS sabia de tudo isso, mas eu também entendia perfeitamente que era preciso que eu pedisse, que eu falasse com Ele. - Naquele momento, eu compreendia plenamente que tudo aquilo fazia parte do “jogo” divino. Como se esta fosse a maneira que um ser humano pequeno como eu tinha para entrar em Comunhão com o Absoluto. E eu pedi, “Senhor, acalma este animal, nas manhãs, de hoje em diante. Eu preciso de silêncio e paz. Senhor, me dá paz...”. - Pedi pelo nome do Cristo.

Durante aquela oração singela, senti como se não estivesse mais neste mundo, neste planeta, neste estado humano mortal e cheio de falhas. Depois que terminei de elevar as minhas palavras e o meu pensamento a DEUS, ainda permaneci de olhos fechados e em silêncio, por um tempo. Me senti muito tranqüilo. Em silêncio... Silêncio? O cachorro tinha parado de latir! Mas, afinal, já passava do meio dia, ele sempre parava, mesmo antes desse horário. Dei graças e saí do quarto, bem mais calmo. Hana chegou alguns minutos depois.

“A peste parou de latir?”, perguntou, ainda irritada. “Ele não vai latir mais”, eu respondi. Mas confesso que falei por falar, como alguém que tenta se convencer a si mesmo. No fundo, eu não acreditava nisso.

Dia seguinte, segunda feira. Pela primeira vez, em três meses, acordei sozinho - não fui acordado! Olhei para o relógio: 9:30 AM! “Os cachorros não latiram!!”, pensei, quase sem poder acreditar!

E aqui estou eu, agora, deixando o meu testemunho fiel de que, desde esse dia, os cãezinhos não voltaram mais a latir, pela manhã. Um ano se passou, e eles nunca mais latiram, desde esse dia; nem uma vez sequer.

No começo, achei que a minha vizinha tinha se livrado do animal, talvez por uma incrível coincidência, no dia seguinte ao da minha oração. Mas logo descobri que não foi isso, porque eu passo em frente a casa dela todos os dias e às vezes vejo pelo portão o cachorrinho lá, tranqüilo. Ele simplesmente parou de latir! Agora acho ele até bonitinho... Sua dona, a senhorinha agressiva, de uns tempos pra cá começou a me cumprimentar com um amigável "bom dia", "boa tarde", "boa noite"...


DEUS existe. Eu não estou falando de uma idéia de deus e nem mesmo de "Deus". Estou falando de DEUS. E essa Força espera que nos aproximemos dEla. Há uma ligação entre nós e esse DEUS. Ele nos chama e convida, todo o tempo. Mas para esse Encontro acontecer, é preciso haver também o nosso desejo, em Comunhão com o Desejo Divino. E precisamos manifestar esse desejo. A Oração é um ótimo caminho para a concretização desse Encontro. - Tenham fé. Peçam. Façam isso sem tentar entender, apenas aceitem. Porque, quando tentamos compreender, a Maravilha se perde.


“Peçam, e lhes será dado. Eis que estou à porta e bato. Se alguém me ouvir, e abrir a porta, entrarei, e cearei com ele, e ele comigo.” - Jesus, chamado o Cristo (Matheus, 7:7)



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